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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Village des Bories: um mergulho em uma cidade provençal.




Perdida, mas perdida mesmo, nas encostas dos montes do Vaucluse a três quilômetros de Gordes fica o Village des Bories. A palavra de origem provençal vem do latin "boaria" que significa estábulo e a origem da cidade estaria ligada aos Ligures povo que ocupou a região muitos séculos antes da nossa era. Das cabanas gaulesas originais que parecem iglus sobraram 29 construções em pedra que surpreendem primeiro pela maneira como ficam em pé: as pedras polidas são simplesmente colocadas uma sobre a outra, não existe cimento nem outro material de sustentação. O que segura os tetos é o arco formado pelas prόprias pedras que são estreitas como lâminas e têm aproximadamente 15 cm de largura cada. Mais ou menos curvo e o teto desabaria. O que chama a atenção em seguida é o pequeno museu intalado na maior casa do local que foi transformado em site arqueolόgico protegido depois de um trabalho de restauração que durou cerca de dez anos. Nele estão objetos, registros, fotos, um baú com roupas e até a árvore genealόgica de uma das famílias da cidade. No village des bories encontramos casas, algumas mobiliadas, fornos, galinheiros, depόsitos e estábulos para carneiros e cabras. Tudo construído em pedra e bem baixinho. A gente tem a impressão que os moradores não deviam ser muito grandes. Classificada como monumento histόrico em 1977, a cidadezinha, ou o que sobrou dela, também conhecida como Ville Noir é uma rica testemunha do modo de vida e da agricultura provençal dos tempos mais remotos até séculos XVII e XVIII segundo os vestígios das cerâmicas encontradas no local que por mais incrível que pareça foi habitado até o começo do século XIX. Passeio imperdível que vale os 5,50 € da entrada (adultos) e 3 € (crianças de 10 a 17 anos) até para quem não gosta muito de histόria. Village des Bories: visitas o ano todo, todos os os dias das 9h até o pôr-do-sol. Tél. : + (33) 04 90 72 03 48.

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

O melão é a estrela do verão na França.

Verão combina com melão na França principalmente na cidade de Cavaillon na Provence de onde são colhidos um dos melhores do país. Pequeno, rugoso ou liso, listrado de verde claro e escuro e com uma "carne" laranja muito doce esta fruta é uma das estrelas da estação. Como faz muito calor os longos e pesados almoços do inverno são trocados pela leveza das saladas e frutas como o melão que pode ser usado como entrada, prato principal ou sobremesa. Entre as minhas opções preferidas está a entrada de melão com presunto cru. A mistura agridoce é deliciosa, fácil de fazer – é sό cortar os pedaços de melão e acrescentar as fatias de presunto - e normalmente agrada a gregos e troianos. Mas antes de sentar na mesa que tal verificar as dicas para acertar na hora da compra:

1-) Um melão doce tem dez pedaços separados pelas marcas em verde-escuro, se ele tiver nove ou onze deixe na prateleira.

2-) A Cavaillon o cabinho que sai do melão é chamado de pécou, quando ele começa a se soltar a fruta chegou no ponto máximo de amadurecimento.

3-) O melão deve ser pesado, se for levinho não tem uma boa quantidade de açúcar.

4-) A fruta deve exalar um cheiro doce e agradável.

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Aprendendo a conhecer e a consumir os legumes e frutas da estação na França.

Com a tendência a sermos consumidores mais conscientes e ligados ao problema do aquecimento global os produtos ecológicos invadiram as prateleiras e são cada vez mais comuns seja na feirinha do bairro ou nos grandes supermercados. Mas se ainda não podemos comprar todos os produtos com o selo de qualidade "bio", a maioria ainda é bem mais cara do que os ditos "normais", um hábito francês pode ajudar na missão de tentar salvar o planeta: consumir os produtos da estação. Ou seja, em vez de comprar o que vem do outro lado do mundo de avião ou de navio e muitas vezes não amadurece como deveria, perdendo gosto e nutrientes na viagem, os franceses preferem os legumes e as frutas que são da região ou que são produzidos por aqui no bom período. Para simplificar vou publicar uma lista com os legumes e frutas que você vai encontrar facilmente na França a cada mês. Consumindo esses produtos você marca um ponto com os pequenos produtores e com o seu paladar que agradace legumes de primeira e frutas bem madurinhas. Os legumes de julho são: alho, alcachofra, beringela, beterraba, brócolis, cenoura, repolho, couve-flor, abobrinha, céleri, céleri branche, espinafre, fenouil, feijão, alface, milho, navet, cebola, cebolinha branca, pois mange-tout, pimentão, batata, abóbora, pâtisson, rabanete, rabanete longo e ervilha. E entre as frutas encontramos: abricot, airelle, abacaxi, abacate, banana, cassis, cereja, limão, morango, framboesa, maracujá, groselha, kiwi, litchi, manga, melão, myrtille, mûre, nectarine, mamão papaia, melancia, ameixa, pêssego, quetsche, tomate e fraise des bois.

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

O casamento da Rose e do Thomás: começando uma vida nova no sul da França.



Era uma vez uma moça chamada Roseli. Brasileira de Bélem do Pará, ela veio para a França para curtir o verão em Saint-Tropez e ganhar um dinheirinho extra trabalhando em um restaurante de praia. A idéia partiu da irmã, Ellen, que mora aqui há nove anos. Mas o destino decidiu que a temporada de três meses na França não seria passageira como esperava Rose. Thomás, chef do restaurante e filho dos proprietários, mudou os planos da moça. Entre idas e vindas para se conhecerem melhor, "testes" de adaptação ao rigoroso inverno da região do Jura onde a família do rapaz tem uma pousada e horas ao telefone se passaram dois anos. Com a certeza de fazer a boa escolha Thomás tomou a iniciativa e o pedido de casamento não demorou. Com os papéis e a mala pronta só faltava o visto da embaixada francesa em Brasília que Rose recebeu faltando uma semana para o embarque. A cerimônia civil foi na última sexta-feira, dia 26 de junho em Grimaud, uma cidade vizinha à Saint-Tropez, e a recepção no restaurante da família, o Pago-Pago em Pampelonne. O curioso desta historia é que Thomás e Nicolas, meu marido, foram amigos durante a adolescência e se frequentaram por muitos verões. A distância e a vida de adulto afastaram os rapazes. O reencontro aconteceu no ano passado quando Nicolas decidiu me levar para almoçar no restaurante dos velhos conhecidos. Só uma coisa havia mudado: Thomas também não estava mais solteiro e a noiva em questão era brasileira! A coincidência aproximou ainda mais os velhos amigos e me deu a oportunidade de conhecer as irmãs paraenses que agora também fazem parte da minha vida no sul da França. Felicidades Rose e Thomás!

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Hora de esquecer a crise e aproveitar as promoções na França!

Começaram as promoções de verão no "Héxagono"! O Ministério da Economia, da Indústria e do Emprego francês confirmou as datas da promoção, que começou, com exceção de alguns territórios, na quarta-feira, 24 de junho às 8h. Aqui na Provence a farra que varia dos 50% aos 70% vai até o dia 28 de julho de 2009. A Lei de modernisação da economia publicada no Journal Officiel do dia 5 de agosto de 2008 previu duas mudanças para este ano. A primeira é a diminuição de uma semana em cada um dos dois períodos de promoções fixas - 5 semanas no inverno e 5 semanas no verão - com uma certa flexibilidade para algumas zonas turísticas ou de fronteira. A segunda novidade garante uma compensação : além do tempo estabelecido e refulamentado pelo governo cada comerciante pode propor 2 semanas extras de promoção, consecutivas ou não, para acabar com o estoque. A única condição é que essa promoção suplementar deve terminar um mês antes do começo da promoção fixa prevista pelo governo.

Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Os mercados de Aix-en-Provence: um passeio para acordar os sentidos!




Os franceses adoram um mercado, faz parte da cultura deles comprar frutas e legumes fresquinhos, passar um bom momento com um amigo ou ainda valorizar os produtos da região. O charme dessas feirinhas não foi substituído nem pelo tempo – algumas existem há vários séculos - nem pelos super e hípermercados cheios de produtos do mundo inteiro. Recomendo uma visita aos mercados de Aix, entre 8h e 12h30, nem que seja só para olhar…

Alimentação :
Place des Prêcheurs e Place de la Madeleine,
Terças, quintas e sábados.
Place Richelme,
Todos os dias.

Arvores e arbustos :
Fontaine Pascal, na Avenida Cours Sextius,
Quinta-feira.

Flores :
Place de l’Hôtel de Ville,
Terças, quintas e sábados
Place des Prêcheurs,
Segundas, quartas, sextas e domingos.

Livros antigos e sebo :
Place de l’Hôtel de Ville,
O primeiro domingo de cada mês das 9h às 18h.

Antiguidades, brechós :
Place de Verdum em frente ao Palais de Justice e Palais Montclar,
Terças, quintas e sábados.

Roupas e objetos para a casa :
Avenida Cours Mirabeau,
Terças e quintas.
Place de Verdum em frente ao Palais de Justice,
No sábado.

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

Entrevistando brasileiros que vivem na Provence: Maria Caniati.

Em cinco anos vivendo na França conheci muita gente, entre eles vários brasileiros que continuam por aqui ou que voltaram para o Brasil. A primeira brasileira que encontrei em terras provençais foi a Laura, professora de português do Nicolas e mãe de duas moças, uma delas, a Maria decidiu ficar em solo francês. Filha de mãe brasileira e pai italiano Maria nasceu em Santos, São paulo, e veio para a Europa com 17 anos para fazer faculdade. Hoje, com 25, ela tem no currículo dois anos de intercâmbio (um ano de estudo na Inglaterra e outro na Espanha) e dois mestrados: o primeiro em Comunicação Social e o segundo em Negόcios Internacionais e Informação Estratégica. Maria trabalha como assessora de imprensa do Festival de Arles e é com ela que inauguramos esta coluna dedicada a entrevistar os brasileiros que escolheram e adotaram, por uma razão ou outra, a vida na Provence.

Como você veio parar no sul da França ?
Vim passar o baccaleauréat (equivalente ao vestibular).

Por quê Aix-en-Provence ?
Foi a cidade onde havia um internato disposto a me acolher : La Nativité.

Quais os motivos de alegria depois que saiu do Brasil :
Todos os dias me dão motivos para ser feliz.

Quais os motivos de tristeza depois da partida :
Tristeza podemos ter em qualquer lugar do mundo. É independente do territorio onde se vive.

Hábito que adquiriu na França : Pontualidade.

Do que mais sente falta em relação ao Brasil? Da paçoca!

Qual a língua que você fala dentro de casa? Com o cachorro, português.

Se seu companheiro é estrangeiro, ele fala português?
O namorado está tentando aprender. Por enquanto sό sabe: Bom Dia, Beijo, Vamos sair?! , Cafuné, Cutuca!!

Qual a maior dificuldade vivida por aqui? O longo inverno.

Quais as facilidades francesas que não existem no Brasil e que são fundamentais na sua vida hoje? O seguro social e a escola pública.

Na cozinha, qual é a culinária que manda a brasileira ou a francesa?
A minha. Mistura das duas.

O que você faz quando fica com vontade de comer algo que sό dá para fazer no Brasil?
Vou na Maison du Brésil em Marselha e mato a vontade.

Qual é a primeira coisa que encomenda quando alguém da família ou um amigo vem da terrinha lhe visitar? Biquinis e calcinhas.

Qual é o passeio que recomendaria para um amigo que não conhece a Provence?
Les calanques de Cassis.

Qual é o restaurante que recomendaria para o mesmo amigo?
Geisha, 53, na avenida Cours Mirabeau em Aix en Provence.

E para comer seria o quê? Tartare de saumon.

Qual é a melhor opção : hotel, casa de hόspedes ou gîte? Sempre acolhi amigos em casa…

Você pensa em voltar para o Brasil?
Já tentei voltar. Fiquei 10 meses no RS. A experiência foi péssima. Fiquei desapontada com o mundo do trabalho, com o sistema social e com as relações humanas no Brasil. Não penso em voltar tão cedo.

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Uma casa de hόspedes em Saint-Tropez.



Madame Didier é uma senhora simpática que nos recebe com beijinhos, carinho e um chá de ervas colhidas do jardim. Italiana casada com um francês, ela mora em Saint-Tropez há mais de quarenta anos. Depois que os dois filhos saíram de casa ela teve a boa idéia de transformar o espaço que estava sobrando em quartos de hόspedes. Isso foi em oitenta e um. Hoje, a casa da madame Didier tem três quartos disponíveis e um apartamento, todos com banheiro e saída independente. Neste fim de semana estavam por lá belgas, italianos, franceses e brasileiros se conto Nicolas e eu. Ficamos no quarto azul, localizado atrás da casa. Pequeno, mas confortável para um casal. A decoração não tem nada de especial, sό o charme dos objetos que ganham vida com o tempo. O banheiro é simples, sem banheira e com azuleijos meio fora de moda, o sabãozinho colocado à disposição também não é de primeira, mas quebra o galho se você esquecer o seu. A cama espaçosa, a calma e o perfume das muitas flores do jardim embalam o sono e pela manhã o café é servido no terraço à beira da piscina (neste período a temperatura da água varia entre 22 e 25 graus). Um crossant, um brioche, uma baquete (tudo fresquinho e delicioso), suco de laranja, café e chocolate, manteiga e geléia de cereja feita em casa completam a mesa (7 euros por pessoa). Ela traz o jornal da região, conversa alguns minutos e entra em casa nos garantindo: "se não for suficiente e quiserem mais é sό pedir". O serviço parece com o de um hotel, quando chegamos do passeio (a praia de Salins é a mais prόxima, fica a 400 metros) o quarto está arrumado e limpo, mas com uma vantagem que não tem preço: o contato com o morador que além de dar dicas muito interessantes sobre o funcionamento da cidade conta histόrias e "causos" que sό ele conhece. Pela madame Didier ficamos sabendo que os javalis de vez em quando descem a serra, que virou loteamento de luxo, para comer as uvas do vinhedo - ela colhe 1.800 quilos de uva por ano, vende à uma cooperativa e garante o vinho do ano todo - e por isso uma cerca elétrica precisou ser instalada em torno da propriedade. Outra informação que pode evitar um mal-entendido: quando estiver procurando a Villa Rose-marie, casa dos Didier (de carro, a dez minutos do centro), não confunda com a Villa Rose, elas ficam a alguns metros uma da outra e segundo madame Didier o proprietário da segunda casa em questao é Giorgio Armani. Será?! Uma coisa é certa o preço da diária (68 euros) é muito melhor que de um hotel e a estadia em si já vale o passeio. Villa Rose-Marie, Chemin de la Moutte, Saint-Tropez, 04 94 97 25 13.

Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Comemorando o Dia das Mães sempre com atraso!

Faz cinco anos que esqueço de comemorar o dia das mães. Dona Edna me liga sempre e é ela quem se lembra da data. A distração não é consequência de falta de atenção, mas de uma das muitas mudanças a qual tive que me adaptar desde que sai de Brasília: os feriados na França não são os mesmos do Brasil. Você deve estar achando isso meio evidente, mas não é. Tirando as festas cristãs - entre elas Páscoa, Finados e Natal - os feriados cívicos ou comerciais mudam de data, um exemplo: o dia dos namorados é comemorado doze de fevereiro. Para complicar a situação algumas datas simplesmente desaparecem como o Dia das Crianças. Ou seja, devagarzinho a gente vai esquecendo os feriados brasileiros e incorporando os franceses. A ficha em relação a esse problema só caiu depois de várias datas especiais passadas em branco ou de uma decalagem violenta como, por exemplo, ligar para o banco no Brasil em pleno carnaval. Aqui o carnaval não é levado tão a sério quanto na terrinha, em vários calendários a data nem aparece e ninguém pára de trabalhar por isso. Amanhã é feriado, celebramos a Ascencion (subida do Cristo ao céu 40 dias depois da Páscoa), em seguida, no dia 31 de maio vem Pentecôte e por isso a Fête des Mères neste ano vai ser comemorada no dia sete de junho e não no último domingo de maio como fazemos normalmente e como explica a Lei 50-577 publicada no dia 24 de Maio de 1950: "na França, o dia das mães passa a ser comemorado sempre no último domingo de maio com uma exceção, se a data coincidir com o feriado de Pentecôte a festa é adiada para domingo seguinte". Confira os feriados deste ano na França à partir de agora:

21 de Maio - Ascencion,
31 de Maio - Pentecôte,
07 de Junho - Dia das Mães,
21 de Junho - Dia dos Pais,
14 de Julho - Festa Nacional da França,
15 de Agosto - Assomption,
01 de Novembro - Finados,
11 de Novembro - Aniversário da guerra de 1918,
06 de Dezembro - Saint-Nicolas,
25 de Dezembro - Natal,
26 de Dezembro - Saint-Etienne,
31 de Dezembro - Saint-Sylvestre.

Segunda-feira, 11 de Maio de 2009

Trânsito interrompido na maior avenida de Aix para um encontro de Ferraris.





Uma exposição diferente chamou a atenção de quem passava pelo Cours Mirabeau (principal avenida de Aix-en-Provence) na última quinta-feira. Das quatro da tarde às onze da noite um mar de Ferraris estacionadas e protegidas por barreiras estratégicamente instaladas para manter os fãs e os curiosos a uma distancia segura podiam ser fotografadas. Mesmo se a grande maioria era de um vermelho eclatante mesmo à noite podíamos ver ainda modelos em preto, prata e amarelo de vários anos. Não contei quantas estavam expostas, mas uma coisa é certa nunca tinha visto tantos "cavalinhos rampantes" reunidos. De tirar o fôlego.

Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Exposição reúne quadros de Picasso e fotos que mostram o mestre no castelo do sul da França onde ele morou por dois anos.

Para quem gosta de Picasso a exposição que começa no dia 25 de maio deste ano no museu Granet à Aix-en-Provence (Place Saint Jean de Malte) vai ser um prato cheio. A idéia global do evento é tentar responder a uma pergunta frequente dos historiadores de arte: qual foi a influência de Cézanne na obra de Picasso? Para isso cerca de noventa quadros do mestre espanhol e vinte de Cézanne vão estar expostos até o dia 27 de setembro deste ano. Além das obras vão ser apresentadas mais de quarenta fotos tiradas pelo fotografo americano e amigo de Picasso, Douglas Duncan, testemunha do que foi à época o "castelo de Picasso" (de 1959 à 1961) – propriedade que ele adquiriu à Vauvenargues - e que pela primeira vez vai ser aberto ao público. As fotos mostram a mudança de Cannes à Vauvenargues e ainda a vida de família do artista em companhia de Jacqueline. No castelo, os visitantes poderão ver de perto o atelier - ainda com a mesa e os potes de pintura - o quarto e o banheiro da suíte onde o pintor deixou a sua marca na parede pintando um fauno simpático.

Exposição Picasso-Cézanne 2009 :

Bilhete individual : 10€
Visita com guia (em francês) : bilhete de entrada + 4,50€
Bilhete com tarifa especial (estudantes, pessoas com mais de 60 anos) : 8€
Bilhete gratuito : menores de 13 anos, desempregados.

Domingo, 19 de Abril de 2009

Telefones importantes para quem viaja para Aix-en-Provence.

Urgência, táxi, meteorologia ou polícia, nunca sabemos quando vamos precisar de algum desses serviços, principalmente quando estamos londe de casa. Para que você não fique perdido na próxima viagem à Aix-en-Provence fiz uma lista com alguns telefones importantes. Anote em um lugar fácil de achar e traga, sem falta, na mala, esperando, é claro, de que só precise dos números que vão deixar a sua estadia ainda melhor.
Meteo France (meteorologia) : 04 42 95 90 00,
Aix en Bus (ônibus) : 04 42 26 37 28,
Gare Routière (central de ônibus) : 04 42 91 26 80,
Aix Taxis : 06 09 88 68 68 et Alliance Taxis : 04 42 28 24 24,
SNCF - Société National des Chemins de Fer (trens) : 36 35,
S.O.S Voyagers : 04 91 62 12 80,
Aeroport Marseille-Provence : 04 42 14 21 14,
Centre Hospitalier du Pays d'Aix (urgência médica) : 04 42 33 90 28
Ambulâncias : 04 42 21 37 37,
Police Secours Comissariat (polícia) : 04 42 93 97 62/63,
Sapeurs Pompiers (bombeiros) : 04 42 26 31 96,
Centrale Réservation (hotéis) : 04 42 16 11 84/85.

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